Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 15/02/2022
A constituição de 1988 prevê, em seu artigo 5°, o direito à liberdade de expressão a todos cidadãos. Entretanto, esse pensamento se distancia da realidade social brasileira, visto que muitas pessoas usufruem desse utensílio para propagação de notícias falsas ao redor das redes sociais. Sendo assim, as fake news estão imersas em toda internet, sendo divulgadas a todo momento tanto por políticos, quanto pela população, e cabe a essa a conscientização diante do tema. Dessa forma, é imprescindível analisar medidas para resolução do problema, citando a alienação da sociedade e a divulgação desenfreada de notícias maliciosas.
Joseph Goebbels, Ministro de Propaganda da Alemanha Nazista, afirma em sua frase icônica: “Uma mentira contada mil vezes, torna-se uma verdade”. Tal pensamento foi posto em prática em 1940, e os meios de comunicação foram completamente controlados pelo governo alemão, tornando assim, uma sociedade alienada pela mentira. A princípio, é importante analisar como as fake news atuam diretamente no problema citado, visto que a sociedade daquela época era bombardeada diretamente com notícias enganosas, assim como atualmente.
Ademais, na sociedade Mesopotâmia prevalecia o Código de Hamurabi - conjunto de leis que consistia em punições severas e doloras para pessoas que desrespeitassem as regras impostas - e caso o indivíduo mentisse, tal cidadão teria uma parte do seu corpo cortada. Voltando para realidade atual, o ato de inventar alguma história enganosa, mesmo que no ambiente virtual, é considerada calúnia e sendo assim, portanto, um crime.
Portanto, indubitávelmente, é necessário que medidas sejam tomadas para manutenção do problema. Urge que o Ministério da Comunicação, em apoio do Ministério da Educação, façam campanhas nas escolas e no ambiente virtual/televisivo conscientizando e alertando ao impacto das notícias falsas na vida da população, exibindo também a condição de crime aos que espalham as fake news.