Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 07/05/2022
Informações falsas têm invadido as redes sociais rapidamente causando prejuízos financeiros, constrangimentos, difamações e injurias para empresas, pessoas e organizações. De acordo com o estudo feito pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), as notícias falsas se espalham 70% mais rápido que as verdadeiras e alcançam muito mais gente. Diante do exposto, torna-se necessário analisar as informações e checar sua veracidade.
Diante disso, pessoas podem compartilhar assuntos sem veracidade nenhuma, pois esse assunto foi deixado de lado por muito tempo, então quando falam da chamada “fake news”, muitos fingem que isso é um assunto importante agora, sendo que existe á muito tempo. Essa situação é um problema porque pessoas podem compartilhar certos assuntos: “Covid acabou”, “Não existe mais a guerra entre Rússia e Ucrânia”. Já foi visto esse tipo de notícia em certas páginas de fofoca como: “Gossip no Insta”.
A sociedade é parte responsável pela publicação indevida de fake news ao fato de que quando recebe-se uma mensagem ou notícia não procuram a veracidade desta informação antes de reenviar. Porém, quem se beneficia de certas publicações são os Estados. O que muitos pensam é que a internet é “terra de ninguém”, onde se pode fazer o que bem pensam. Contudo existem leis que podem punir quem faz esses tipos de publicações. Exemplo: O Decreto-Lei n° 2848, de dezembro de 1940 - Código Penal.
Em suma, cabe aos Estados e ao Governo Federal promover campanhas com a intençao de evitar a propagação de notícias falsas com a ajuda da mídia podendo transmitir as campanhas em canais abertos ou 24 horas, trazendo assim a conscientização para os pensamentos das pessoas. Deste modo, ensinamos nossa geração e as próximas que vierem sobre essa situação e torcemos para que não vá adiante. O principal foco de tal ação é evitar a desinformação na sociedade.