Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 05/06/2023
A constituição brasileira, - documento histórico brasileiro - garante o direito de Segurança pública a todos. Entretanto atualmente a eventual propagação de fake news danifica a conclusão deste direito nos meios intelectuais. Visto que tal problemática contribui para o aumento da alienação e juntamente leva ao aumento da desinformação é notório a necessidade de medidas que alterem a omissão estatal e social diante o assunto.
A priori, é imperioso destacar que a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, prevê que todo cidadão faz jus ao direito à informação, porém atualmente com os meios midiáticos se desenvolvendo parcela da sociedade usa deste direito para causar malefícios à população. Segundo site do Datafolha, 4 a cada 10 pessoas se preocupam em saber se a fonte da notícia é confiável. Diante disSo, diferentes agentes usam das fake news para propagar pensamentos e ideais não coerentes, alimentando ódio e discórdia. Sendo assim, urge que a sociedade procure dar maior visibilidade ao assunto, a fim de não ocasionar maiores consequências.
Outrossim, é importante ressaltar que a omissão estatal inviabiliza a melhora da situação atual. A esse respeito, o filósofo inglês John Locke, criou o conceito de contrato social, o qual a população deve confiar no estado, que, por sua vez, tem o dever de garantir os direitos inalienáveis à sociedade. Visto que a população gradualmente se aliena a notícias falsas propagandas na mídia é evidente que o estado não se faz capaz de cumprir com o contrato de Locke findando a uma sociedade sem apoio governamental, ou seja, a mercê de influências maléficas e desleais com a realidade.
Destarte, é mister a adoção de medidas para amenizar a problemática. Desse modo, as instituições escolares -responsáveis pela transformação social- devem ensinar aos jovens ao estudo de informações, isso sendo feito por meio de projetos pedagógicos, com o uso conotativo da linguagem, a fim de causar convencimento, pois segundo Oscar Wilde escritor britânico, “A insatisfação é primeiro passo para o progresso de um homem ou uma nação”. Feito isso, gradualmente garantir o tratamento previsto pelas Nações Unidas deixando de ser, em breve, uma utopia.