Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 16/09/2022

Embora ratificado na Contituição Federal de 1988 a segurança como direito de todo cidadão brasileiro, percebe-se que, na atual realidade, não há o cumprimento dessa norma, uma vez que os mecanismos de disseminação de fake news têm aumentado e, com isso, o assentuado o perigo à população que confiam nessas informações. A esse despeito, vale analisar os principais contribuintes do problema a displicência estatal e a falta de informação como prepulssoras do problema.

É importante ao bordar, primeiramente, que a negligência governamental corrobora o contratempo. Seja pela dificuldade de fiscalizar um território de dimenções continamentais, seja pela falta de interesse dos orgãos públicos em fiscalizar as informações de cunho duvidoso nas redes, existe uma parcela significativa da população que tem sua segurança prejudicada devido a informações perigosas. Dados oficiais indicam que atualmente 200 mil pessoas são enganadas e extorquidas por notícias falsas compatilhadas diariamente nas redes, isso pressupõe que a 10% da população brasileira, não são assegurados seus direito contitucionais.

Paralelo a isso, vale ressaltar que a falta de informação potencializa o revés. De acordo com o escritor Peter Crucke, o saber e a informação são recursos estratégicos para o desenvolvimento de uma sociedade. Entretanto, grande parcela da população não busca informações para além de uma única fonte, e isso fortalece as fake news e, por conseguinte, aliciadores, o que assenta, ainda mais, a inseguraça do país. Logo a desinformação deve ser combatida.

Portanto, é nessário superar a gênese do problema. Para isso, cabe ao Estado - responsável pela efetivação dos interesses público - não só acabar com os principais propagadores de informações falsas, como também informar a população sobre os perigos das fakes news. Tais medidas, que têm o intuito de assegurar 100% da população contra os perigos da desinformação, devem ser realizadas por meio de fiscalização eletrônica e por um site de busca por notícias verdadeiras. Assim, será possível fazer valer, na prática, os direitos garantidos constitucinalmente.