Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 26/10/2022

No documentário “O Dilema das Redes” é retratado os perigos da coleta massiva de dados pessoais pelas mídias sociais e aplicativos. Nesse contexto, múltiplos ex-funcionários de renomadas empresas de tecnologia, incluindo o ex-executivo do facebook, Tim Kendall, relatam sobre os algoritmos utilizados nos programas virutais, de forma que a alienação por meio do engajamento, torna-se inevitável. Paralelamente, o contexto descrito por eles é perceptível na realidade de muitas pessoas, a medida que a presença de notícias falsas torna-se cada vez mais comum. Isso ocorre, seja pela fácil propagação de Fake News, seja pela suposto anonimato virutal. Destarte, urge que tal problema seja resolvido.

Entre as causas de tal problema é válido destacar a facilidade de divulgação virtual, enfatizando a falta de comprovação de tais informações. Assim como a firma Albert Einstein: “Se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia cedeu nossa humanidade.” Nessa lógica, afirma-se a presença de um padrão divulgatório prejudicial por parte do algoritmo, tendo em vista que em muitos casos, as Fake News portam um caráter alarmante, propagado facilmentedevido ao código estabelecido nos modelos supracitados, tendo como resultado final o consumo em massa de conteúdos de pouca veracidade.

Além disso, comprova-se a presença de uma ideia errônea e comum de que as mídias tecnológicas possuem acesso anônimo. Esse fator ocorre devido à falta de monitoramento pelas corporações responsáveis, o que então resulta em uma falsa liberdade dentro da área virtual, contribuindo para a formulação de falsas notícias e difamações sem quaisquer punições. Por conseguinte, evidencia-se uma série de impedimentos para a redução das Fake News na era da informação.

Portanto, é preciso que o estado tome providências para a amenização do quadro atual. Para combater as Fake News no Brasil, é de urgência que o Ministério da Educação garanta um melhor administração das mídias por meio de campanhas que visam conscientizar e guiar os usuários. Tais campanhas promoveriam uma maior movimentação proveniente dos encarregados de tal monitoramento, bem como uma mentalização sobre o estigma. Somente assim, será possível solucionar a situação de “O Dilema das Redes”.