Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 08/11/2022

A responsabilidade diante da liberdade

Primordialmente,segundo o filósofo Sartre, cabe ao ser humano escolher o seu modo de agir,pois este seria livre e responsável.No entanto,percebe-se a irresponsabilidade da sociedade no tocante às “fake news”.Além disso,tal entrave é uma das faces mais perversas do país.Assim,é evidente a consolidação de um grave problema, diante das consequências das informações dissimuladas e da falta de uma posição eficiente do Estado contra esse entrave.

Em primeira ánalise, é indubitável que a propagação de notícias falsas é um retrocesso nacional.Nesse ínterim, segundo o professor Water Capanema, a criação de falso alarme pode colocar vidas em perigo.Nesse sentido, é possível afirmar que a propagação de “fake news”,além de enganar a população,também coloca a sociedade em perigo,uma vez que, falsos boatos são gerados com o intuito de difamar e até mesmo cometer injúria.Dessa maneira, é certo que tal temática implica em comportamentos incongruentes em tempos contemporâneos.

Ademais,é válido salientar que o Estado é o responsável pelo bem-estar social.Nesse prisma,de acordo com Martin Luther King,a injustiça num lugar qualquer é uma ameça a justiça em todo lugar.Entretanto, a ausência de políticas públicas com a finalidade de guiar à sociedade no tocante a autencidade de informações é um empicilho para a busca pela equidade.Dessa forma, urge a necessidade de mudanças no sistema.

Destarde, infere-se que a partir das temáticas mencionadas, medidas são necessárias para vencer esse desafio. Portanto,o Ministério das comunicações, como responsável pela comunicação entre o Estado e a sociedade, deve ensinar formas de averiguar as informações antes de serem compartilhadas, por meio de campanhas publicitárias elucidativas, com o intuito de diminuir as casuas e as consequências das “fakes news “. Logo, o país poder-se-à viver de forma livre e responsável, como pregado por Sartre.