Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 05/02/2024

Durante a pandemia da covid-19, várias notícias correram o Brasil inteiro sobre a veracidade ou não das vacinas, até chegar no ponto de acreditarem que era possível que houvessem “chips” dentro delas. De forma análoga, ano após ano a mídia se tornou cada vez mais tendenciosa, mostrando que qualquer ‘‘click’’ é válido, não frisando apurações mais concretas e optando pela divulgação de notícias falsas. A divulgação das ‘‘fake news’’ é fruto inegável da mídia apelitiva que foi normalizada nos tempos atuais. Corroboram para isso a necedade da população sobre o assunto e a irresponsabilidade midiática.

Em primeiro lugar, é viável apontar a ignorância sobre o impacto das “fake news” na vida cotidiana. Um exemplo recente foi o caso da jovem Jéssica que, após espalharem notícias falsas sobre ela e um possível “affair” com o comediante Whindersson Nunes, acabou cometendo suicídio. Logo, é visível que a sociedade ainda não sabe das consequências sobre esse tipo de notícia. Por isso, deve-se promover debates sobre isso e como poderia ser evitado, para que não caia no limbo do esquecimento.

Segundamente, parafraseando o filósofo e sociólogo francês Pierry Levi, que diz que a informação e a mídia devem sempre andar juntas. Entretanto, nos dias atuais são vistos diversos equívocos que são dados como notícias estampando capas de jornais. A mídia deixou de andar junto com a informação quando descobriram que matérias sensacionalistas rendiam mais.

Portanto, problemas voltados a “fake news” continuam sendo vistos no Brasil. Para isso, o Estado deveria fiscalizar com maior exatidão, visto que a disseminação de notícias falsas já é um crime. Além que a mídia deveria promover documentários com especilistas na área da tecnologia visando informar a população sobre como indentificar as “fake news”. Assim, esse problema seria minimilizado gradativamente no Brasil.