Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 27/01/2018
No linear do século XXI,o advento da tecnologia no corpo social cada vez mais torna-se necessário para os afazeres hodiernos de cada família. Através disso, a chegada da globalização não fora tardia pela modernização efetuada desde as revoluções industriais, e a adoção da internet. Portanto as informações estão mais acessíveis à todos; tanto aqueles que a querem receber, tanto para os que a desejam publicar, colocando a notícia à mercê dos interesses daqueles que a divulgam. No que tange a dicotomia existente entre fatos e boatos, a difusão de “fake news” por meio de veículos midiáticos encobre a real incumbência da imprensa.
A priori, na contemporaneidade analisar a origem de notícias divulgadas no mundo virtual e real é imprescindível para obter-se a asserção da veracidade de tais assuntos, para que no porvir não venha gerar desentendimentos como o ocorrido no Guarujá em 2014, no qual ocorreu o assassinato de Fabiane Maria de Jesus, por boatos que a mesma trabalhava com magia negra envolvendo crianças. Jornalistas e atores deixam corromper-se ao divulgar notícias falsas em troca de “recompensas”, fazendo com que a população mude seus ideais e crenças pela inexatidão da informação. Tais ações reafirmam o pensamento de Albert Einstein ao dizer que a tecnologia excedeu a humanidade da coletividade.
Outrossim, a inventividade ao criar boatos é frequente no tecido social,e quando as mesmas são descobertas pelas vítimas de tais enganos,injúrias ou calúnias; as mesmas não recorrem a justiça , seja pela burocracia ou morosidade do sistema judiciário, contribuindo assim para a continuidade de tais ações inadequadas. A educação portanto converte-se na maior arma do ser humano segundo Nelson Mandela, modificando-a para digital e ensinando o comportamento que deve ser representado diante da internet. A certeza da impunidade para a difusão de notícias falsas é outro fator que inibe a extinção dessas atitudes errôneas.
Em síntese desses fatores, torna-se impreterível medidas para reverter tal contexto problemático e dissipar tais práticas nefastas. O Ministério da Educação, em conjunto com a família, poderia proporcionar atividades extras de educação digital nos colégios com educadores de informatica profissionais, ensinando-os como identificar ‘‘fake news’’ e como denunciá-las à polícia,e a família incentivando-os em casa com o objetivo de desenvolver uma geração comprometida com a verdade e disposta a exterminar tais erros. O Ministério da Justiça modificar as penas da Lei das Contravenções Penais para penitências mais severas através de sugestões na legislação com o fito de retrair a ‘‘impunidade’’ para esses criminosos. Assim, poder-se-á delegar tal problemática às mãos justiça.