Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 22/03/2018

De acordo com alguns estudiosos, as Fake News influenciaram drasticamente as eleições presidenciais nos Estados Unidos em 2016, levando Donald Trump ao posto de presidente. Essa repercussão à respeito das eleições deram grande foco para o fenômeno mencionado, mostrando como podem prejudicar o indivíduo não só no seu âmbito individual, mas também no seu âmbito social, através da falta de confiança nas notícias vinculadas na internet e seu compartilhamento.

No que se refere às Fake News, pode-se perceber que a singularidade da vítima de uma notícia falsa pode ser afetada de variadas formas, trazendo muitas vezes transtornos psicológicos, como a depressão. Vale ainda lembrar que os criadores das Fakes News não medem esforços para denegrir a imagem da vítima, deixando-a desestabilizada, para que assim alcancem seus objetivos.

Somado a isso, pode-se dizer que a ocorrência das Fakes News, também afetam a sociedade como um todo. A falta de credibilidade e confiaça dos internautas perante as notícias encontradas na rede está cada vez mais agravante, o que prejudica a informação real de todos os setores da sociedade, principalmente do setor público. Contudo, há aqueles que não fiscalizam as fontes das informações, ou mesmo por desconhecimento acabam não so coletando as falsas informações, mas também as compartilhando.

Dessa forma, fica claro a necessidade das pessoas de a todo custo estarem “vivas” na mídia, assim como concorda o sociólogo Bauman quando diz que “na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte”. Sendo assim, são necessárias medidas para resolver o impasse. O Governo Federal, por meio do Ministério da Comunicação deve fiscalizar através de redes de dados ampliadas e desativar sites que propagam as Fake News e assim diminuierem o problema. Em conjunto, o poder executivo deve punir com medidas mais drásticas para inibir os responsáveis. Dessa forma, a democracia seria assegurada à todos os cidadãos, evitando possiveis injustiças.