Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 26/03/2018
É notório, que a Revolução Técnico cientifico Informacional, no século XX, corroborou para a globalização dos meios de comunicação. No entanto, o excesso de informação possibilitou o surgimento de notícias falsas, devido a ausência de leitura crítica do cidadão brasileiro. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências dessas inverdades.
A principio, é importante lembrar as “Fakes News” existe desde o surgimento da propaganda, como exemplo de Hitler que usava esse meio para disseminar o seu ideal nacional de pura raça ariana, durante a segunda guerra mundial. Ademais, é indubitável que as notícias falsas trazem prejuízos a disseminação verídica das informações, causando a desinformação e favorecendo a chamada pós-verdade, em que o usuário acredita na internet sem se questionar. Por isso, segundos os filósofos da atualidade o excesso de informação pode levar a superficialidade da informação.
Contudo, o problema ainda está longe de ser solucionado, pois segundo a revista Science as “Fakes News” têm mais de 70% de chances de virilizar, ganhando mais espaço do que as noticias verdadeiras, favorecendo, assim, a desinformação da população. Além disso, por se tratar de um ato inverídico de caráter ilícito não se enquadra como censura a liberdade de expressão prevista na Constituição de 1988. Dessa forma, cabe salientar que o compartilhamento de notícias falsas pode ter ação penal.
Portanto, medidas são necessárias para coibir esse ato ilícito na internet. Dessa forma, é necessário que o Senado aprove o projeto de lei que visa à proibição do compartilhamento de noticias falsa. Ademais, o Ministério da Educação (MEC) pode ampliar a grade curricular com a educomunicação, para ensinar a essa nova geração a leitura critica dos meios de comunicação. Logo, como dizia Floyd “conhecimento é poder…”, mas se aplicado de forma correta na sociedade.