Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 29/03/2018

No Regime de Getúlio Vargas foi implantado o Departamento de imprensa e propaganda, DIP, a qual, naquela época, ludibriava a massa com notícias falsas e censuras. Hordinalmente, essas inverdades ainda correm pelas plataformas de comunicações. Não há dúvidas que a propagação de “Fake news” na era da informação é um perigo a ser enfrentado, o que ocorre devido as redes sociais colaborarem com as notícias falsas intensificando, assim, trágicas consequências.

O mundo multipolar atual introduziu na sociedade o uso das plataformas de comunicações, como Facebook e Whatsapp, assim deixando o mundo interligado em uma teia de diálogos. Porém, tal fato trouxe consigo o Fake News, notícias falsas que demonstram serem verdades, que se propagam rapidamente pela internet. Ainda não há formas concretas que combatam a epidemia da notícias falsas, com isso, mercados especializados em alastrar o fake news vão sendo criados tempos em tempos, dessa maneira as redes sociais ficam fartas de imagens e textos mentirosos que em segundos alastram-se sendo compartilhados por inúmeras pessoas.

O sociólogo Durkhein dizia que o homem é passivo, resultado da coerção social, ou seja, é 100 por cento fruto do meio. Com isso, pessoas que utilizam as plataformas de comunicações ficam mais propensas a compartilharem as notícias mentirosas, sem perceber que estão alastrando falsos artigos e fotos. As consequências desse alarde pode tanto ser para quem compartilhou, mas também para quem criou, pois está registrado legalmente pelo projeto de lei 6.812/2017, que visa como crime divulgar ou criar qualquer alarde de inverdades.

Em suma, a propagação de fake news na era da informação é um perigo árduo a ser enfrentado. Os criadores das redes sociais devem investir em mecanismos, como áreas de reclamações, que estão dispostos a analisar e identificar fontes das notícias para que tenham números cada vez menores de artigos falsos. O governo deve criar propagandas nas plataformas ensinando o navegador como analisar se realmente se trata de inverdades, como estimular a procurar o mesmo assunto em outras áreas de informações, para que a sociedade fique alerta e assim não compartilhando fake news. Garantindo para a sociedade uma educação digital, e desse modo, quebrando uma cultura epidêmica de falsas notícias.