Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 04/04/2018

A Constituição Federal de 1988 – norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro – assegura a todos o direito ao acesso à informação. Hodiernamente, a cultura da pós-verdade e do escasso sendo crítico, impedem aos brasileiros de experimentares esse direito, assim, é evidente os problemas sociais a serem modificados.

Em 2016, a Universidade de Oxford elegeu o termo pós-verdade como a palavra do ano. Com a disseminação das esferas comunicativas, a divulgação de notícias falsas para manipular a opinião pública e as crenças pessoais – conceito de pós-verdade – se expandiu, contribuindo, assim, para a difícil fiscalização da veracidade das informações. Tangendo, no aumento de mazelas, como o bullying e ameaças de morte.

O escasso senso crítico é destacado como forte impulsionador desse impasse. Atrelado ao pensamento de Paulo Freire, o indivíduo é um ser pensante, ou seja, um indivíduo capaz de criticar, é imprescindível a propagação dessa ideologia na cultura brasileira. Mediante a isso, o cidadão será capaz de distinguir notícias verdadeiras de falsas.

Com a finalidade de atenuar o problema, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), em parceria com universidades, devem intensificar a fiscalização nos veículos midiáticos, por intermédio da desenvoltura de algoritmos que marquem uma possível notícia falsa, evitando, dessa maneira, o possível acarretamento desse problema. Ademais, a desenvoltura do senso crítico deve ser intensificado pelas esferas educacionais através de palestras e atividades educativas, a fim de discutir a problemática.