Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 06/04/2018

Internet, meio disseminante de qualquer tipo de informação. A tecnologia tem dominado cada tempo e espaço, sendo responsável pelo controle de nossas ações, uma vez que nos permite comunicação, facilitação, organização e controle. O que permeia esse mundo, tem sido a dependência desses fatores que torna o usuário vulnerável a tomar como verdade o que vier a tona, pela normalidade virtual; se faz necessário então saber o que realmente deve ser de utilidade, bem como ter ciência dos direitos e deveres no meio digital.

Assim como na vida real, a virtual também é assegurada por leis, a “calúnia e difamação” , por exemplo, trás consigo todos os trametes de legalidade. Então se você em uma situação corriqueira compartilha algo e por vez essa é falso, caso alguém seja atingido e resolva buscar seus direitos, sua participação nesse crime é plausível, as vias jurídicas serão acionadas e entrarão em funcionamento normalmente.

Ademais, a era da informação tem se mostrado evolutivamente rápida, se fazendo presente sem nem ao menos conhecermos de fato, eventualmente um usuário tem conhecimento em sua totalidade, principalmente dos perigos que norteiam a internet, assim informar parece ser irrelevante, criar notícias já não é tão complexo assim, os critérios parecem não existir. É onde “mora o perigo”, uma notícia falsa pode causar pânico, criar opiniões adversas, conturbar carreiras, alterar resultados, criar imagens falsas e assim por diante, podendo ter efeitos negativos irreversíveis.

Em suma, a busca pelas “regras” de uso seguro deve se fazer em todos os públicos, é literalmente uma ação conjunta, políticas públicas de uma educação digital como campanhas informativas de identificação a notícias falsas, criação de projetos de informática onde torna o cidadão um usuário e instruído, bem como utilizar a própria internet como meio de comunicação e exercício para essas políticas, são ação que se fazem de extrema vália, pois o crime virtual é tão mascarado que possui aparentemente liberdade para acontecer e em sua grande maioria os “inocentes” tornam-se cúmplices.