Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 06/04/2018

Com o advento de novos meios de comunicação vieram novas formas de noticiar a população. Com a chegada da “World Wide Web” vieram os sites e fontes onlines das mais recentes notícias. Porém, como é típico na Internet, nem tudo que se vê é verdade. No mundo online, onde o tempo é precioso existem páginas que criam notícias falsas que parecem verdadeiras, as chamadas “Fake News”, com o objetivo de obter cliques de todos que puderem, seja para ganhar dinheiro com propagandas, ou com a intenção de promover alguma opinião.

As “Fake News” representam um perigo para a sociedade, já que podem fazer com que o público acredite em mentiras e boatos. Um exemplo de como estas notícias falsas pode resultar em acontecimentos indesejáveis é o caso de Fabiane Maria de Jesus, que foi espancada até a morte pelos cidadãos da cidade de Guarujá após boatos de que se envolvia em rituais de magia negra com crianças foram difundidas.

As redes sociais são os meios mais comuns para a dispersão das notícias “fake”, com, no Brasil, um foco no Whatsapp onde, devido à privacidade de grupos dentro do aplicativo, não existe uma fiscalização para saber se notícas são reais ou não por parte de um grupo externo. Um lugar onde há muitas ocorrências de “Fake News” é o Facebook onde estas pode conseguir em média o dobro de compartilhamentos do que notícias da imprensa tradicional, devido ao alto nível de ódio pólitico mútuo.

Um dos meios de resolver o problema das “Fake News” seria criando um departamento de algum orgão público, como a Polícia Federal, que fiscalizaria estas. Seria necessário fazer com que as leis que são relevantes às notícias falsas sejam mais rígidas para que disseminadores sejam desmotivados. Precisa-se evitar que as “Fake News” afetem a população, pois enganos podem levar o povo a cometer graves erros.