Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 09/04/2018

A comunicação, no atual século, é um meio de extrema importância para todos os cidadãos. Com o desempenho da internet, o mundo começou a ficar mais globalizado, as pessoas mais informadas não só com o que acontecia em suas regiões -como de costume antigamente-, mas em todo o planeta. No entanto, empecilhos que dificultam a veracidade das noticias foram surgindo e causando, como de praxe, uma certa alienação em quem as lia.

Qualquer um é capaz de criar uma fake news (notícia falsa): basta o acesso à web. Como a internet tem sido um meio pelo qual muitas pessoas se comunicam, ela se tornou para muitos algo essencial, ou seja, a rede está presente em grande parte do mundo. Com isso, a chance de haver mais indícios de uma notícia com conteúdo errôneo cresce, o que resulta na divergência de notícias e grande distorção da informação na sociedade.

Essas divergências e distorções midiáticas causam, muitas vezes, grandes sequelas, seja numa pessoa física ou jurídica. Com o objetivo de viralizar notícias, alguns sites, jornalistas autônomos etc. criam as fake news sem ao menos pensar nas consequências em outrem, importando-se somente com o seu desejo: a fama. Vários casos na internet já foram, hoje, diagnosticados como falsa informação, mas que, na época, teve grande repercussão: a tão famosa “grávida de Taubaté”, por exemplo, que acabou virando ícone de humor -depois de desmascarado-, é considerada como uma fake new; personagens públicos, como atores, cantores, apresentadores de programas etc. são os principais alvos desses boatos e, muitas vezes, são afetados profissional e socialmente falando.

Com todos os problemas supracitados, deve-se, com urgência, saná-los. O Governo, junto grandes empresas midiáticas sérias, deve investir em pesquisas a fim de criar algum software de cuja finalidade seja desvendar, com melhor precisão, certos boatos que surgem nas redes sociais; o mesmo agente (o Governo) deve fazer parceiras com o MEC para impulsionar nas escolas o desenvolvimento de palestras para conscientizar os discentes a pesquisarem com mais profundidade, evitando, assim, alguma alienação. ONG’s devem ser criadas a fim de desenvolver algum tipo de fórum virtal para que haja debates a respeito de algum tema duvidoso, isso faria, de certa forma, que os assinantes do meio de comunicação virtual fossem mais atentos ao que estão sujeitos.