Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 10/04/2018

É indubitável salientar que, desde a Revolução Industrial e, posteriormente, à Globalização, a tecnologia tem facilitado a comunicação e a explosão diversificada de informações entre os indivíduos. Porém, há pessoas que fazem o uso incorreto dessas ferramentas tecnológicas, compartilhando, assim, notícias falsas, a fim de obter ganhos financeiros e/ou políticos.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que a publicação de dados sem o consentimento do usuário, textos publicados sem autoria, na maioria das vezes com autores desconhecidos e a falta de empresas ou máquinas capacitadas para detectar qualquer tipo de irregularidade no âmbito técnico-informacional, faz com que as “Fake News” ganhem espaço, gradativamente, na sociedade contemporânea. À vista disso, o objetivo principal dessa disseminação é atrair o número maior de leitores e, consequentemente, de cliques, favorecendo, dessa maneira, o aumento no lucro de redes sociais como o facebook e twitter ou de sites.

Outrossim, a publicação de notícias falsas está vinculada a fins políticos. Logo, esses interesses vêm ganhando espaço desde a antiguidade. Prova disso é o clássico romance distópico de George Orwell, 1984, publicado em 1949, no qual o protagonista reescreve notícias antigas, falsificando-as, com o objetivo de colocar líderes em uma posição elogiosa.

Para reverter essa situação, é necessário, portanto, que ONGs, juntamente com o Ministério da Educação, contribua com panfletos e palestras, em escolas, mostrando o uso correto das redes sociais e sites que estão sempre publicando informações. Some-se a isso a orientação de como identificar as “hoaxs”, a fim de começar a ler e compartilhar textos verídicos, comprovadas por jornais e pesquisas para que, assim, vivam em uma sociedade onde não há seres desinformados.