Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 21/04/2018

No ano de 1964 surgiu nos Estados Unidos a internet e tinha como função interligar laboratórios de pesquisa do governo, desde então a internet revolucionou a sociedade. Com o advento da era da informação, as notícias são compartilhadas de maneira rápida e sem restrições nas redes sociais, logo as Fake News são divulgadas com mais facilidade ocasionando perigos na sociedade e no meio político.

Deve-se pontuar, que o indivíduo que produz Fake News pode responder por crimes de calúnia e em casos extremos por homicídio. A divulgação de notícias falsas pode ter conssequências reais, como causar prejuízos financeiros, constragimento, injúria e difamação de pessoas e empresas. Um exemplo disso, é um caso noticiado nos telejornais em 3 de maio de 2014, uma moradora do Guarujá, litoral de São Paulo foi espancada até a morte, depois de ter sido divulgado que a mesma estava realizando rituais de magia negra com crianças.

Além disso, as Fake News estão presente no meio político, principalmente em ano eleitoral. Segundo pesquisadores, nas eleições americanas de 2016, as notícias falsas sobre as eleições presidenciais tiveram mais alcance nas redes sociais do que as verdadeiras nos principais jornais do país como, New York Times e NBC News. Portanto, as notícias falsas nos últimos anos anos passaram a ser vista como a grande vilã dos processos políticos além de ser um risco a democracia.

Logo, medidas são necessárias para alterar esse cenário. É fundamental, portanto, que a Polícia Federal especialize agentes para excluirem esse tipo de informação. Desse modo, o Google e as redes socias devem elaborar uma camapanha virtual para que o usuário detecte e reporte a agentes especializados e treinados pela Polícia Federal que por sua vez analisaram e removeram a Fake News.