Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 12/04/2018
Com o advento da internet as notícias se empalham com rapidez e muitas podem ser falsas. No Brasil, nos deparamos diariamente com as chamadas “fake news” veiculadas em aplicativos de trocas de mensagens ou pelas redes sociais. Entretanto, quem veicula notícias falsas, muitas vezes, não sabem que podem responder criminalmente pelo que foi dito. Então, as consequências pelas notícias inverídicas que causam algum transtorno, devem ser divulgadas e as penas aplicadas com mais rigidez para coibir essa prática.
A exemplo, o Deputado Jean Willys é corriqueiramente alvo do fenômeno “fake news”, como, a veiculação de um suposto projeto de lei de licença-maternidade para a mulher que realizar aborto. Dependendo do que for noticiado e como for, poderá gerar ofensas, agressões físicas e descrédito a imagem pessoal. Por certo, as fontes de notícias devem ser as mais fidedignas possíveis e, quando a notícia parecer muito absurda, outra referência deve ser consultada.
Além disso, a veiculação de notícias falsas que prejudiquem alguém ou alguma instituição é um ato tratado como crime de responsabilidade civil. Um projeto de lei que tipifica esse crime está em tramitação, o que deixará as penas mais severas. Sem dúvida, o aumento da precisão da punição para o “fake news” trará mais confiabilidade às notícias. Ademais, o Marco Civil da Internet no Brasil já impõe responsabilidades civis aos usuários e provedores da rede.
Em resumo, para combater a veiculação de notícias falsas, as autoridades brasileiras devem fazer cumprir as leis civis na rede mundial de computadores. Bem como, a mídia deve veicular massivamente através de campanhas nas redes sociais, as responsabilidades de quem noticia inverdades. Por outro lado, o indivíduo deve tentar reconhecer um notícia falsa, aumentando suas fontes de pesquisa, desconfiando de notícias distantes da realidade e pesquisando em “sites” especializados em desvendar boatos.