Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 15/04/2018

Na série “Suits”, conta-se a história de um jovem advogado, que, na verdade, não realiza a graduação, e espalha matérias falsas acerca do seu currículo. Não obstante, a “fake news” é um problema intrínseco na contemporaneidade de um mundo globalizado. Com isso, vê-se os seus efeitos expostos nos meios de comunicação em massa, que refletem no âmbito político brasileiro.

A princípio, é axiomático que as redes sociais, a mídia e imprensa, são meios para a disseminação de ódio, visto nas notícias falsas. Isso é produto da insuficiência de monitoria e leis na internet, assim, os pedófilos usam as salas de bate-papo anonimamente, a fim de induzir crianças e adolescentes. Neste ínterim, Karl Marx aborda a reificação do homem: o ser humano torna-se mercadoria, e os usuários do meio de comunicação apenas prega o individualismo, publicando tais notícias, para prejudicar à outrem.

Outrossim, a “fake news” é um agente para crise de representatividade na política pública brasileira. Dessa forma, já dizia Platão, que o governo deve estar em uma relação homogênea com os cidadãos. Contudo, as autoridades políticas são, por vezes, vítimas de notícias divulgadas amplamente, que contrariam o seu posicionamento. Com isso, uma simples postagem produz ao jovem uma sensação de desprezo frente aos governantes.

É imprescindível, portanto, extinguir a prática da disseminação de notícias falsas gradualmente, tendo em vista seus efeitos para o jovem brasileiro. Sendo assim, cabe ao Ministério da Justiça validar o projeto de lei vigente em 2017, que busca limitar o poder dos usuários dos meios de comunicação. Mas, primordialmente, a escola com o auxílio das empresas de tecnologia e faculdades realizarão um