Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 16/04/2018
A ‘fake news’ não é uma invenção atual. No séc. VI, um famoso historiador conhecido por escrever sobre o império de Justiniano espalhou um texto, no qual difamava a reputação do imperador. Foi provado então, mais tarde, que se tratava de uma notícia falsa para ultrajar o então monarca.
No entanto, nos dias atuais ainda vê-se tal problemática. Uma pesquisa feita pelo instituto de ciências e tecnologias de Massachusetts revelou que notícias falsas se espalham 70% mais rápido. Em consequência da globalização e a atual era das informações as notícias se espalham velozmente, sem ao menos serem contestadas ou verificadas pelos leitores, que em sua maioria, não sabem identificar notícias falsas das verdadeiras, por assim ajudando a espalhar tais levantamentos.
Como supracitado, as ‘fakes news’ podem acarretar vicissitudes como, por exemplo, divulgações difamatórias que podem gerar vítimas fatais. Como aconteceu na Índia, em 2015, aonde sete pessoas foram assassinadas por serem acusadas de sequestrar crianças da cidade. Logo depois foi confirmado que tal notícia era mentirosa, provando assim as consequências de um fato mentiroso.
Urge, portanto, que medidas sejam tomadas para que essa problemática seja resolvida. O ministério da educação poderia oferecer aulas nas escolas para ensinar os jovens a identificarem mais facilmente as ‘fake news’, na Internet. Além da câmara de deputados e senadores formularem e aprovarem uma lei mais rígida, para que os criadores da notícia sejam encontrados e punidos mais severamente. Ademais as redes sociais fariam o controle de notícias que seriam publicadas, dando prioridade para fontes de ‘peso’.