Os perigos do compartilhamento de fotos de crianças nas redes sociais

Enviada em 21/10/2025

As redes sociais estão cada vez mais presentes na rotina das pessoas. Comumen-te, publicas-se fotos nas mídias, o problema vem quando se expõe demais, mos-trando crianças, mesmo que pareça fotos inocentes, no olhar de pedófilos, essas fotos tomam cunho sexual. Diversos casos já são conhecidos, desde casos pensa-dos, mostrando jovens no intuito de adultizá-los e sexualizá-los, como eventos que fugiram do cotrole dos responsáveis e as crianças caíram na malha dos pedófilos. Além disso, muitas crianças tem acesso indiscriminado às redes, tendo falas e ati-tudes adultizadas, deixando de aproveitar a infância por estarem presas às redes.

Inquestionavelmente, muitas crianças sofrem abuso quando se trata de exposição nas redes. Pensando nisso, houve em 2025 o caso da menina Camilinha, noticiado por Felca e acompanhado pelo G1, hoje a jovem tem 17 anos, mas é exposta pelo responsável legal desde os 13 anos de forma hipersexualizada. Similarmente, mui-tas adolescentes enfrentam o mesmo abuso, e por serem inocentes não conse-guem sair de tal situação ou não sabem a quem pedir ajuda.

Ademais, muitas crianças recebem livre acesso às mídias pelos responsáveis, as-sistindo a todo tipo de conteúdo, seja adulto ou infantil. Dessa forma, tem-se o exemplo de Júlia, uma menina de 5 anos bastante presente no instagram, ela tem falas e jeito de uma mulher adulta, diversas vezes, até se vestindo como uma mu-lher mais velha. Igualmente, muitas crianças agem da mesma forma, por terem li-vre acesso, acabam por se influenciarem com pessoas com idades que não são compatíveis a sua, com conteúdos adultos demais e falas impróprias.

Em suma, nota-se a urgência em solucionar tal problemática. Por isso, a família, núcleo de cuidado, deve regulamentar tempo e conteúdos acessados pelos jovens, de modo a mantê-los em um ambiente mais seguro e não expondo-os aos riscos das mídias, para assim, a adultização se tornar algo do passado. E as Ongs, inicia-tivas não governamentais, devem se engajar para refrear os danos causados, fa-zendo movimentos de apoio ás vítimas desse tipo de abuso, de modo a melhorar a saúde psicológica dos envolvidos, para que dessa forma, o aduso de menores seja algo de um passado distante.