Os supermercados como palco de horror e racismo

Enviada em 04/05/2023

A constituição federal de 1988, documento mais importante do país prevêr

no seu artigo 6, o direto a seguraça e cultura, como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto na pratica não ocorre assim, uma vez que vemos práticas de enjurias racias todos os dias, nos supermercados, ambientes públicos e privados, desse modo, dificuta-se, a universialização desse direito social tão importante. Nesse contexto, torna-se evidente como causa a falta de medidas governamentais e a impunidade.

Nessa pespectiva, há a questão a falta de medidas governamentais que influi decisisamente na consolidação do problema. Conforme Aristoteles, a politica tem como função presevar o afeto entre as pessoas de uma sociedade. Contrariamente no Brasil, o racimos ainda é algo banalizado perante a sociedade, o governo ainda oculta essa problemática, que vem gerando medo, agonia, revolta e impedindo a equidade na população.

Além disso, temos a impunidade que ocorre no Brasil, de acordo com o site do IBGE, somente 25% dos caso de injuria racial que ocorreram nos supermercados, foram levados a diante. Segundo o filosofo John Locke o estado tem um ‘‘contrato social’’ com a população, o mesmo tem como propósito assegurar os direitos

dos cidadãos. Vemos que esse contrato foi rompido, uma vez que, 75% dos casos de racimos não foram pra frente/concluidos , dentres os casos de assasinato somente 15% foram solucionado, (as famílias ainda lutam por justiça).

Portanto, faz-se necessario combater esses obstáculos. Para isso, é imprescídivel que o governo, por meio de campanhas mídiaticas se mostre mais a parte dessa problemática, para que a população se sinta mais segura, que haja mais rigor nas leis de injurias raciais, e que desse modo, se torne uma sociedade mais harmonica, produtiva e principalmente segura. Assim o estado estará desempenhando corretamente o seu ‘‘contrato social’’, tal como afirma Jhon Locke.