Os supermercados como palco de horror e racismo
Enviada em 05/05/2023
A escravidão moderna, que teve início na secúlo XV e que durou por mais de tres secúlos, consistia no trabalho forçado dos povos africanos por serem considerados raças inferiores. Na atualidade, resquissios dessa época ainda são vistos na sociedade como os casos de racismo, vistos até mesmo em supermercados. Desse modo, os ambientes de varejo como palco de racismo tem como principais causadores o contexto histórico de formação do Brasil e a falta de representatividade nas grandes mídias.
Em primeiro plano, convém enfatizar o cenário de criação do país como origem da problemática. De maneira análoga, ao decorer da história, o Brasil foi o ultimos país a banir o regime escravocrata. Dito isso, é cristalino como um histórico de violência e repreção reflete em atitudes monstruosas hoje, uma vez que uma pessoa negra não tem segurança nem mesmo ao fazer comprar no mercado. Dessa forma, torna-se inaceitável que estabelecimentos comerciais não tomem atitudes para reverter esse cenário de ódio e preconceito.
Outrossim, a pouca representatividade nas grandes mídias serve como agravante do impasse. No filme “Homem Aranha no aranhaverço”, é introduzido um novo homem aranha, diferente do conhecido Peter Parker, Miles Morales é um garoto negro e de origem latina. Nesse contexto, a criação do novo personagem vai contra os padrões etícos e culturais dos herois vistos por muito tempo, trazendo representatividade e identificação para uma grande parte da população. Logo, é necessário que a população cobre por mais casos como o citado nas grandes mídias.
Portanto, é preciso que o Estado tome medidas para mudar o quadro atual. Para isso, a criação de um Ministério da Cultura é impresindível esse deverá, por meio de campanhas, mostra a sociedade a importância do combate ao racismo, através de cartases e palestras, ministradas por especialistas no tema, assim diminuindo as situações de violência e racismo em todos os locaís do Brasil. Feito isso, espera-se uma sociedade mais inclusiva e pacificado, na qual qualquer pessoa possa ir ao supermercado com segurança.