Os supermercados como palco de horror e racismo

Enviada em 07/05/2023

Nos primórdios da humanidade, o escambo era o meio de adquirir bens matérias e ao longo do tempo a introdução da moeda tornou as relações comerciais um espaço de segregação social e racial.Tal fato, é desencadeado pela falta de punição dos funcionários e a supervalorização do lucro associado com o desrespeito aos direitos civis. Assim, torna-se essencial mitigar as ocorrências desses eventors de horror e racismo nos supermercados.

Diante desse contexto, é importante ressaltar que há leis vigentes que asseguram o direito do consumidor.A exemplo disso, é notável que o acesso à ouvidoria é um meio no qual o cidadão realiza queixas sobre o atendimento e em casos mais graves estende o evento ao setor federal.Entretanto, apesar das barreiras aplicadas para impedir o palco de horror e racismo nos mercados, a incidência desses eventos é assustadora, e as vítimas são os grupos vulneráveis, como os negros, os idosos e os pobres. Com isso, observa-se a ineficiência da punição dos funcionários, tornando assim, os supermercados uma fábrica de crimes omitidos.

Além disso, a segregação social aplicada nos comércios para manter o lucro em meio à crise econômica, potencializam a ocorrência de situações antiéticas ao consumidor. Pois, é perceptível a diferença de tratamento do indivíduo que possui elevado status social, como a recepção saudosa que turistas recebem nas lojas, em relação ao cidadão comum que é humilhado publicamente por não ter poder aquisitivo elevado. Assim, é nítido que os preceitos morais da Constituição de 1988, são fragilizados pelo comércio capitalista e segregacionista.

Portanto, medidas são necessárias para barrar esse “show” de horror e racismo.Para isso, é dever do Ministério da Público, órgão supremo do Estado, otimizar os direitos de segurança e de respeito ao consumidor, por meio de vigilância realizada pelo setor federal nos comércios para identificar os crimes subnotificados e aplicar uma punição, como a multa, a prisão ou o bloqueio do mercado com objetivo de diluir a segregação social e garantir a dignidade do cidadão.Além disso, é necessário realizar treinamento para os funcionários com a intenção de humanizar o atendimento. Desse modo, será possível garantir a execução da Constituição Ferderal nas redes de supermercados.