Os supermercados como palco de horror e racismo

Enviada em 17/05/2023

Há dois anos atrás, a notícia de um homem negro assasínato em uma rede de supermercado correu o país. Tal notícia, expo-se como necessária a discussão sobre os supermercados como palco de horror e racismo, uma vez que, essa problemática ocorre devido ao contexto histórico brasileiro e da segregação social da população negra.

Em primeira análise, o contexto histórico brasileiro se mostra como uma das bases do problema. O Brasil ficou desde 1536 até 1880, com assinatura da Lei Áurea, com uma econômia associada a escravidão. Logo, foram quase 400 anos em que a população negra foi oprimida elite branca, fazendo que muitos desses ideáis racista estejam ainda enraizados na nossa cultura.

Além disso, a segregação social se mostra como o outro fator que alimenta o problema. Segundo um relatório publicado pelo portal VARGAS.com, em cargos de alto escalão, a população branca tem uma presença 3 vezes maior do que a negra, que nos trabalhos braçais é grande maioria. Diante disso, fica claro que ainda hoje na maioria das vezes a elite branca é sustentada pela população negra, suprindo involuntariamente pensamentos racista, uma vez que, dificilmente uma pessoa branca pede, ou segue ordens de algum chefe negro no trabalho.

Assim, faz-se necessária a atuação do governo federal em parceiria com o Ministério do Trabalho para que criem por meio de políticas públicas formas para que empresas com grande diversidade racial tenham mais incetivos fiscias. Somente assim, teriamos um futuro mais igualitária e os supermercados não serão mais palco de horror e racismo.