Os supermercados como palco de horror e racismo

Enviada em 06/07/2023

Contido na declaração dos Direitos Humanos, no 5° artigo, “Ninguém será sub-metido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes”, mas atualmente alguns supermercados não são capazes de respeitar o direito alhe-io. Um exemplo disso, é o incidente ocorrido com João Alberto Silveira Freitas, que foi espancado até a morte pelos seguranças do Carrefour, no dia 19 de novembro de 2022. Ademais, não adianta existir o Dia da Consciência Negra, se a população não se concientiza a acabar com algo tão desumano, que é o racismo.

Contudo, há uma visão de injustiça, quando um homem negro de 56 anos teve que se despir, ficando apenas de cueca, no supermecado Assaí para provar que não estava roubando, mesmo assim, a polícia registrou não registrou o caso como injúria racial, mas sim, constrangimento. Assim sendo, é inacreditável que após tal crime, ainda houve uma negligência da polícia ao atenuar o situação ocorrida. Além disso, casos comos estes deveriam ser uma alerta de que a fiscalização do Ministé-rio Público em relação a atividade policial está sendo precária.

Logo, para que haja uma concientização da sociedade em relação ao racismo, de-ve haver campanhas realizadas pela mídia mostrando casos como estes apresenta-dos, desta maneira ressaltando o quão desumano é o racismo e por que ele deve ser extinto. Outrossim, a fiscalização do Ministério Público dever ser mais rígida em cima das atividades policiais, para que não haja atenuações em casos de racismo, como o ocorrido no estabelecimento do Assaí. Por conseguinte será possível acabar com os horrores racistas de supermecados.