Os supermercados como palco de horror e racismo
Enviada em 13/09/2023
Martin Luther King disse, " Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas sim pelo conteúdo do seu caráter, eu tenho um sonho hoje". Mesmo nos dias atuais, infelizmente ocorre muitos casos de racismo, e alguns deles acabam em morte.
Analogicamente, segundo o site Rede Brasil Atual, uma loja atacadista em Limeira, interior de São Paulo, funcioná- rios obrigaram um homem negro a se despir em público para provar que não havia roubado a loja. A vítima foi parar nas redes sociais e a polícia registrou o caso como constran- gimento, e não por injúria racial. Sendo assim, os funcioná- rios racistas não receberam punição pelo ocorrido.
De maneira semelhante, em 2018, um homem negro e deficiente físico, foi espancado em uma unidade do Carrefour em São Bernardo do Campo, sendo a causa, ele ter aberto uma cerveja dentro do mercado, tendo em vista a atitude inadmissível dos funcionários e não haver proibição de consumir o produto antes de pagar, está claro que trata-se de uma injúria racial.
Portanto, é necessário que o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em conjunto da Secretaria Nacional de Políticas Penais, elaborar um projeto de lei a ser encaminhado para a câmara dos deputados, nele contendo, admissão de altas multas e aumento do tempo de cárcere do racista, a fim de reajustar o sistema penal brasileiro, tal ação deve diminuir os casos de racismo livres de punição, privando, também, os criminosos de cometerem novamente o crime, sendo ele inafiançável.