Os supermercados como palco de horror e racismo
Enviada em 24/09/2023
Martin Luther King Jr., em seu famoso discurso em Washington DC diz “Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. Eu tenho um sonho hoje.” Essa fala de Luther king persiste até nos dias hoje em que o número de ações resistas cresceu consideravelmente,em particular nos supermercados.
Para os negros o clima de horror tomou conta de muitos supermercados. Infelizmente está sendo comum a notícia de que um ato de teor racista ocorreu em algum comércio como estes. No dia 15 de junho deste ano um jovem denuncia que sofreu racismo em supermercado da Zona Norte do Rio: ‘Me chamou de neguinho do morro, favelado e mendigo’ . Há muitos relatos como este de que negros foram seguidos e acusados de roubo apenas pela sua cor.
Juliana Kaiser afirma que casos de racismo podem ser mais comuns em supermercados do que em outras lojas do varejo porque estes são locais aos quais a população negra têm mais acesso. Esses crimes acontecem repetidas vezes pois frequentemente as autoridades não levam a sério tal crime e não tomam medidas cabíveis para se evitar essa crueldade.
Diante do que foi ressaltado acima julga-se como necessária a maior intervenção de órgãos superiores e combate efetivo a um crime de tanto peso. Seria muito importante que a população seja cada vez mais conscientizada de que racismo é crime e que a cor da pele não define o caráter.