Os supermercados como palco de horror e racismo

Enviada em 30/01/2024

Primeiramente, temos como consciência o racismo enraizado na sociedade a partir do século XI, dando início à escravidão, chegando ao fim somento 300 anos depois.No contexto atual, o Brasil tem estado no ranking dos países que mais apresentam o racismo, sendo colocado com 23° lugar na lista.Declarando um porcentual baixo entre os demais países, mas, ainda assim, se tornando um problema agravante na sociedade.

Tendo em vista a realidade supracitada, destaca-se a indiferença de tratamento quando se trata de pessoas com a pele mais retinta.Percebe-se a diferença de olhar e o pré-julgamento vindo de pessoas brancas. Assim, temos como exemplo a dificuldade de pessoas negras na entrada do mercado de trabalho, sendo recusadas por suas características como, cor de pele, cabelo, traços e entre outros. Não se “encaixando” ao padrão imposto por tal empresa ou lugar.

Além disso, os negros são colocados como incompetentes e rebaixados diante da população branca. Fazendo com que não sejam vistos como deveriam ser em um lugar de trabalho. Dessa forma, mulheres e pessoas pretas são os que mais sofrem com os impactos da desigualdade no Brasil, com a porcentagem de 18,6% de pessoas brancas, enquanto a porcentagem de pessoas pretas é de 34,5% e pardas de 38,4%, de acordo com a taxa de pobreza de 2021.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar essa problemática. Para isso cabe ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência social, Família e Combate à fome e também ao Governo colocar como pauta a desigualdade racial que enfrentamos no Brasil. Outra coisa é visar a educação e a importância do respeito que se deve ter da cor de pele, etnia e cultura nas escolas e dentro de casa, a fim de assegurar que crianças cresçam com uma consciência da existência da desigualdade racial e assim não praticarem tal indulgência.