Os supermercados como palco de horror e racismo

Enviada em 31/01/2024

Primeiramente, o racismo está enraizado na socieade desde do século XI, onde se deu início à escravidão, chegando ao fim somente trezentos anos depois. No contexto atual, o racismo estrutural no Brasil se manifesta com indíces de violência. Segundo o Instituto Sou da Paz, “a taxa de homicídios em 2020 por cem mil habitantes no país foi de 51 entre negros e de 14,6 entre não negros.”

Tendo em vista, a realidade supracitada, descata-se a indiferença de tratamento quando se trata de pessoas com a pele mais retinta. Percebe-se a diferença de olhar e o prejulgamento vindo de pessoas brancas. Assim, exemplificando a dificuldade de pessoas de negras na entrada do mercado de trabalho, sendo recusadas por suas características físicas como a cor de pele, o cabelo crespo ou enrolado, traços e entre outros. Não se “encaixando” no padrão imposto por tal empresa ou lugar.

Além disso, os negros são colocados como incompetentes e rebaixados diante da população branca. Fazendo com que em um lugar de trabalho não são vistos da forma como deveriam. Dessa forma, mulheres e pessoas pretas são os que mais sofrem com os impactos da desigualdade racial no Brasil, com a porcentagem de pessoas brancas sendo de 18,6%, comparado com a porcentagem de pessoas pretas que é de 34,5% e pardas de 38,4%, de acordo com a taxa de pobreza em 2021.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar essa problemática. Para isso cabe ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência social, Família e Combate à fome e ao Governo colocar como pauta a desigualdade racial e racismo que vem sendo enfrentado no Brasil. É importante visar a educação e o respeito ao próximo diante a sua cor de pele, etnia e cultura nas escolas e dentro de suas casas, a fim de assegurar que crianças cresçam com a consciência da existência da desigualdade racial e não praticando tal desrespeito.