Os supermercados como palco de horror e racismo
Enviada em 25/07/2024
A Constituição de 88 garante a todo indivíduo o direito à segurança. Contudo quando se discute a questão dos supermercados como palco de horror e racismo, é notório que essa lei não se aplica para todos no Brasil. Diante disso, é válido analizar como os julgamentos maldosos e a falha governamental agravam essa problemática.
Diante desse tópico, é válido analisar, de ínicio como o ato de julgar com maldade ampla esse tema. Em 2023, uma das lojas conhecidas no mundo jovem, a “Zara” criou um código para a entrada de negros na loja. Apesar de ser um episódio recente e que gerou muitos conflitos, na atualidade esse cénario ainda está presente em muitas lojas, funcionários tem o pensamento errado de achar que os clientes de cores mais escuras não tem dinheiro, e isso acaba gerando processos e falta de autoestima das vítimas. Por isso, os julgamentos maldosos agravam esse problema.
É importante discutir também como a falha governamental deixa essa temática mais ampla. Em sua análise “Contrato Social”, Jonh Lock afirma que é dever do estado oferecer qualidade de vida para os cidadãos . Apesar dessa afirmação, o governo brasileiro, em sua totalidade, não cumpre com o seu papel social visto que as ideiologias estatais são negligenciadas pelos seus governantes no que se refere ao supermercados como palco de horror e racismo. Situações como estas acabam gerando revolta na população e vergonha aos cidadãos. Com isso,fica claro que a falha governamental dissemina o tema.
Por tudo que foi exposto, julgamentos maldosos e a ausência governamental, fica importante que são importantes causas desse problema. Sendo assim, as escolas deverão promover palestras, por meio dos seus funcionários, a fim de mostrar a gravidade da situação, somado a isso, os pais devem orientar seus filhos para que eles saibam respeitas todas as pessoas independente da cor por meio de exemplos comportamentais. Dessa forma, o horror e racismo nos supermercados diminuirá no Brasil.