Perigos da obsolescência programada

Enviada em 28/08/2019

A Obsolescência Programada surgiu em 1929 com a Grande Depressão. Foi um modelo criado para que o produto de consumo se torne obsoleto ou não-funcional com o passar do tempo, forçando o consumidor a comprar sempre a nova geração do produto. No entanto, com o tempo esse modelo se tornou insustentável, já que para a sua manutenção, as reservas naturais vem sendo destruídas e houve também, um aumento extremo na produção de lixo. Assim como desequilíbrios financeiros, já que as pessoas vêm sendo obrigadas a estar sempre comprando novos produtos, tais que se tornaram essenciais no dia a dia, como computadores, celulares e automóveis.

Além disso, as mídias sociais mostram sempre para as pessoas o quanto seus bens já estão defasados e que portanto, para se atingir a felicidade deve-se sempre comprar as novas gerações desses produtos, que se apresentam mais rápidos e eficazes. Porém, muitas pessoas não conseguem acompanhar tantas novas opções no mercado e acabam se sentindo inferiorizadas, aumentando com isso, desequilíbrios emocionais.       Além do mais, a rápida produção de lixo acarreta no aumento do seu descarte, contudo, em muitos países como o Brasil, não é descartado da forma correta, poluindo mananciais, rios, ar e solo. Por conseguinte, a destruição de reservas naturais, o que ameaça as futuras gerações na Terra. Tais que, poderão encontrar em um futuro próximo um planeta completamente saturado e com escassez de água, inviabilizando as formas de vida.

Portanto, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente fiscalize melhor as empresas, para que essas usem de forma consciente os recursos naturais, não promovendo a sua escassez ou inviabilidade futura. Por fim, que o Governo busque mudanças nas políticas internas de empresas nacionais para que não sejam comercializados produtos que tenham um mínimo de tempo de vida útil, enfraquecendo assim o mercado de obsolescência programada.