Perigos da obsolescência programada
Enviada em 31/05/2020
Após a crise do modelo de produção Fordista, a Indústria se viu frente a um grande problema: a população não consumia. Foi nesse cenário que surgiu o modelo Toyotista, que atuou e atua como uma resposta aos problemas do antigo modelo. O novo modo de produção visa produtos mecânicos, tecnológicos e principalmente pouco duráveis, isso se dá graças á chamada “Obsolescência programada”, discutir os efeitos disso sobre a sociedade contemporânea é tarefa que se faz imediata.
Em primeiro lugar, é imprescindível mencionar que toda matéria-prima provém do planeta Terra, o qual, possui recursos finitos. Logo, ao descartar um produto que apresenta pouco tempo de uso, o sujeito desperdiça e faz mau uso dos recursos naturais. Ademais, isso sobrevém,
devido a baixa atuação dos setores governamentais no que conserne a boa gestão e preocupação com o meio ambiente.
Além disso, outro resultado negativo é que, ao reduzirem a vida útil de um produto, esse terá que ser descartado, tal lixo polui o ar, solo e libera toxinas preudiciais á saúde. Comprometendo assim não só os indivíduos mas também o meio onde vivem, afetando diretamente o bem-estar do corpo social, direito que é garantido pela Constituição.
Tendo em vista os argumentos supracitados, se torna evidente a necessidade de providências que amenizem a mazela. O Poder Público com a ajuda do Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Justiça deverá criar leis que façam as marcas aumentarem a vida útil dos produtos, com o intuíto de diminuir o lixo no planeta, tal lei deverá ser fiscalizada por Engenheiros preparados. As escolas devem promover palestras a fim de conscientizar sobre os males do consumo excessivo e o descarte responsável do lixo.