Perigos da obsolescência programada
Enviada em 28/07/2020
Na década de 1920, às empresas buscaram reduzir a durabilidade de seus produtos, isso implementado depois da bolsa de valores, no qual serviu como uma estratégia do capitalismo para se consumir cada vez mais, e assim surgiu a obsolescência programada. É indubitável que se um produto durar para sempre, não tem motivo para as pessoas consumirem com frequência e com isso as industrias poderiam falir. Essa redução progressiva tem seus grandes impactos negativos em diversos fatores como por exemplo no meio ambiente.
Em primeiro lugar, é importante destacar que, em função do capitalismo, a sociedade está cada vez mais exposta ao consumismo e ao perigo dessa obsolescência. Com a chegada do “fim” de um determinado objeto, as pessoas fazem o descarte dele e compram novos, considerados mais atualizados e superiores, quando comparados ao antigo, logo com essa troca regular a produção de toneladas de lixo eletrônico aumenta, onde se encontram metais pesados que afetam o meio ambiente.
Por conseguinte, presencia- se um forte poder de influência que prejudicam o ecossistema. Esses metais como chumbo, alumínio e cobre, contaminam a água e o solo, além de adoecerem também as faunas e as floras. No ultimo relatório sobre o lixo eletrônico, feito pela Universidade das nações unidas, parte da Organização das Nações Unidas (ONU), foram registradas 44,7 milhões de toneladas gerada em 2016, cerca de um aumento de 8% desde 2014, e os especialistas estimam cada vez mais esse crescimento.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar esse quadro. Para a conscientização da população a respeito do problema, urge que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) crie campanhas publicitárias nas redes sociais e propagandas para serem televisionadas, que detalhem como deve ser o descarte dos aparelhos e que alertem sobre o perigo dele quando feito incorreto, e tudo que ele pode causar no meio ambiente, mostrando assim um hábito adequado para quando fizerem a tal troca.