Perigos da obsolescência programada

Enviada em 29/07/2020

Ao refletir-se criticamente a respeito de obsolescência programada, é indiscutível que o seu significado é que um objeto tem um prazo de funcionamento, ele é programado para funcionar por algum tempo de acordo com o produto e com a empresa, e depois, que a data de garantia expira o produto apresenta problemas no seu funcionamento para que o seu dono possa comprar outro e a empresa que o vendeu gere lucros. Muitas empresas praticam para não vender menos e gerar poucos lucros.

Uma preocupação constante é a quantidade de dinheiro que sairá do bolso dos cidadãos, já que a maioria dos objetos domésticos são caros, outro é o fato de que os prefeitos fazem manutenção nas ruas com prazo de quatro anos, que é o tempo que ele poderá agir de forma certa e enganando a população dizendo que fizeram algo de útil, caso ele não for o presidente na próxima eleição, o trabalho de consertar as ruas ficará nas mãos do novo presidente.

Além disso, observou-se que os produtos desfavoreciam a economia, pois reduziam o consumo. Entre os economistas norte-americanos, tornou-se popular o jargão “Um produto que não se desgasta é uma tragédia para os negócios”. Segundo Lavoisier: “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, levando a refletir sobre a grande produção de lixo eletrônico. O Brasil foi apontado como campeão de produção de lixo originado de computadores segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) em 2010.

Em virtude dos fatos analisados, é de grande ajuda às pessoas que as empresas criem seus produtos com um prazo de garantia maior para que não haja famílias com falta de algum objeto que normalmente é necessário ter em casa, assim como os prefeitos devem ajudar sua cidade a crescer, assim como as empresas são em parte culpadas pela grande quantidade de eletrônicos descartados em rios, lagos, praias e florestas, eles também têm o dever de cuidar do seu solo, pois sem ele o mundo não vive.