Perigos da obsolescência programada

Enviada em 01/08/2020

Programados para o erro

Desde a Grande Depressão de 1929, período em que a economia encontrava-se em um estado crítico, foi adotada pelos fabricantes a estratégia da obsolência programada, após eles perceberem que muitos produtos ficavam parados nas prateleiras e nos estoques das das lojas e que os produtos de bens duráveis eram ruins para a economia e sua lucratividade. Essa estratégia é utilizada até os dias atuais e além de aumentarem o consumismo, prejudica o planeta e todas as formas de vida.

Em uma pesquisa produzida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2017, o Brasil produz anualmente cerca de 1,5 mil toneladas de lixo eletrônico. Essa produção é descartada e gera um problema que é o despejo inadequado, os aparelhos têm uma composição química bastante complexa de substâncias tóxicas para o maio ambiente e a decomposição gera prejuízos aos ecossistemas e a saúde humana.

Segundo o filósofo empirista Jean Jacques Rousseau  " A natureza fez o homem feliz e bom mas a sociedade deprava-o e o torna miserável “. Consequentemente o grande consumismo de produtos eletrônicos  e sua lucratividade no capitalismo é o principal pioneiro da obsolência programada, trazendo sérios riscos as pessoas e ao meio ambiente, sendo necessário medidas que atenuem tais problemas causados.

Torna-se evidente, portanto, que cabe ao Governo Federal em conjuntura com o Ministério do Meio Ambiente, tabular uma lei que estabeleça limites para as emissões de produtos poluentes no ar, na água e no solo, e, para fiscalizar a efetividade dela.É dever das escolas programar palestras com psicólogos para ensinar aos alunos a evitar a dependência tecnológica, formando consumidores mais críticos.