Perigos da obsolescência programada
Enviada em 30/07/2020
Em meados século XV iniciou-se o sistema capitalista, em que busca pelo lucro e pela acumulação de capital, como bens e dinheiro. Com isso o capitalismo alcançou uma maior proporção durante a Revolução Industrial. Com o tempo começaram a programarem obsolescência sobre os produtos, provocando a necessidade de o consumidor comprar novos. Isso pelo motivo de os empresários precisarem manter seus lucros, porém pode ocasionar sérios danos ao meio ambiente, e a saúde da população. Primordialmente a obsolescência programada tem o objetivo de lançar ao mercado um produto obsoleto, com “prazo de validade”. Dessa maneira o consumo gera mais lixo, e com isso maiores danos para o meio ambiente como a contaminação do solo e da água. As fabricas e industrias apresentam maiores demandas, portanto emissões de gases poluentes são constantes, provocando malefícios a saúde, como também derretimentos das geleiras, chuvas ácidas e outros.
Posteriormente, Zygmunt Bauman menciona sobre a Modernidade Líquida e a sua “lógica do consumo ou da moral”, em que as pessoas são analisadas pelo que elas compram. Estando diretamente ligado a obsolescência psicológica, quando o consumidor resolve comprar algo mais atual mesmo tendo um produto em bom estado de conservação, desfazendo-se do antigo. Esse processo influencia no desenvolvimento da depressão e ansiedade nas pessoas, resultando em um indivíduo mais inseguro.
Em conclusão, medidas devem ser providenciadas pelo Governo e o Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de fiscalizar e multar empresas que adotarem a obsolescência programada em seus produtos, consequentemente podendo ter uma redução dos gases poluentes. Assim como é necessário companhas de conscientização nas escolas, mídias e locais públicos sobre o consumo exagerado e suas consequências. Com essas atitudes os malefícios causados por esse processo tendem a ser moderados, a fim de que cresça consumidores conscientes.