Perigos da obsolescência programada
Enviada em 30/07/2020
Muito tem-se discutido sobre os perigos que a obsolescência programada vem se agravando na contemporaneidade, como uma doença de marketing que muitos acabam aderindo essa ideia de que um produto pode ser perfeito porém seu uso é limitado para que assim as pessoas compram os mesmo produtos com uma ‘‘qualidade aprimorada’’.
Em primeira análise, a obsolescência programada não é um problema atual. Seu início ocorreu na revolução industrial com a implantação do modelo Taylorista onde defendia que um aparelho teria sua ‘‘vida programada’’ fazendo com que as pessoas descartem esses aparelhos que acabam indo para o meio ambiente gerando futuramente um problema enorme pois o aparelho irá liberar toxina como por exemplo o chumbo e poluindo assim água, plantas e gerando até morte de alguns animais.
Em segunda análise, a obsolescência programada acaba trazendo outro fator que é o consumismo exagerado da sociedade fazendo com que assim as pessoas criam um laço de competitividade sobre quem tem o melhor produto. Por isso a IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) afirmou que a população brasileira troca de aparelho celular em um período menor que três anos, ou seja, acabando criando um consumismo gerando uma obsolescência e fazendo com que esses materiais sejam descartados e consequentemente despejados na natureza.
Com base nos dados obtidos é importante atentar ao Ministério da Justiça intervir nas indústrias com um propósito nas visitações e fiscalizações de produtos com o propósito de garantir que as mercadorias compradas pela população estejam sob a condição de qualidade e durabilidade impostas pelo Código de Defesa do Consumidor, portanto também cabe ao Ministério do Meio Ambiente investigar as condições da utilização de recursos naturais pelas empresas.