Perigos da obsolescência programada
Enviada em 31/07/2020
Muito se discute sobre os perigos da obsolescência programada, no qual muitos consumidores compram por impulso de ter um produto melhor, mesmo sem a necessidade, um exemplo é o celular que as pessoas são influenciadas pelas propagandas que exibem o produto de uma forma que a pessoa se sente obrigada a comprar, mesmo que já possuam um dispositivo que ainda esteja em perfeito funcionamento. Com isso, leva as pessoas a consumir exageradamente, o que acaba prejudicando no financeiro das pessoas com os altos gastos gerados pelo consumo impulsivo, e pelo descarte incorreto de lixos gerados pelos produtos.
Pode-se dizer que, esse consumo tem aumentado cada vez mais na área de produtos tecnológicos mais modernizados. Hodiernamente, a maioria desses produtos já são produzidos com a intenção de serem substituídos devido as programações que sempre estão atualizando, fazendo com isso, que os aparelhos antigos já não sirvam mais.
Isso tudo ajuda para o crescimento do mercado de bens não-duráveis, que são aqueles tipos de produtos que são descartados após a utilização por ter um curto período de durabilidade. Em relação aos produtos eletrônicos é correto dizer que existem vários boatos de que os fabricantes realizam programações para o produto ser desativado após um determinado tempo de uso. Além disso, os lixos eletrônicos não são descartados corretamente, gerando grandes impactos ao meio ambiente.
Portanto, é obrigação do governo buscar por realizar ações diretamente com os fabricantes de produtos eletrônicos, para que possam dar um melhor destino final aos produtos que forem descartados. O poder público deve reduzir impostos de empresas que colaborem com essas medidas, assim podendo estimular que outras empresas realizem a mesma prática, podendo impor multas para quem desrespeitar as novas políticas. Com isso, poderemos diminuir os lixos do meio ambiente que são causados por esse problema.