Perigos da obsolescência programada

Enviada em 02/08/2020

No filme “Wall-e” retrata uma época em que a humanidade deixou o planeta, devido a grande quantidade de lixo gerada que poluiu a atmosfera tornando- se a Terra inabitável, e as pessoas passaram a viver em uma nave, para que os robôs como o wall-e, limpasse toda a sujeira compactando o lixo. Fora da alusão, a realidade brasileira caracteriza – se com a mesma problemática no que diz á respeito aos perigos da obsolescência programada. Nesse sentido, a necessidade de lucros pelas empresas, resulta em uma sociedade consumidora e responsável pelos agravamentos de impactos ambientais causados pela poluição do lixo.

Em primeiro plano, no atual mundo capitalista, empresas buscam por estratégias para melhores resultados nos seus rendimentos. No ano de 1920, indústrias que produziam lâmpadas, decidiram reduzir o tempo de vida útil de seus produtos propositadamente, como uma técnica, para que seus consumidores sempre estarem adquirindo com frequência novos produtos. Sendo assim, com o incentivo para a população de se comprar cada vez mais, os indivíduos se tornam consumistas, dando grandes prejuízos aos seus bolsos.

Além disso, a exigência pelas trocas itens ocasiona o acúmulo de lixo eletrônico, que agrava o meio ambiente. Conforme citado no filme “wall-e”, devido ao entulho de resíduos produzidos, provocaram poluições na atmosfera por causa da liberação de gases tóxicos com CO2, como também, no solo causado pelo descarte. Ou seja, podemos compreender os impactos que esses lixos desenvolveram no planeta, que devido a esses problemas, os humanos que viviam ali se mudaram para uma nave como forma de escape.

Portanto, é necessário que se tomem medidas a fim de mitigar as consequências da obsolescência programada. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações deve atribuir em anúncios publicitários, por meio da televisão e redes sociais, informações os consumidores, para verificarem a durabilidades de seus produtos, além de orientar- los a substituir itens somente quando necessário, como também refletir a responsabilidade do resíduo que cada um produz. Sendo assim, será possível controlar os vestígios desses artefatos, para que a utopia retratada no filme “Wall-e”, não seja a realidade do mundo nos próximos anos.