Perigos da obsolescência programada

Enviada em 02/08/2020

Com as revoluções industriais e suas produções em massa, pode-se perceber o aumento do consumo de forma despreocupada e com a chegada da Grande Depressão, de 1929, a criação do sistema de obsolescência programada, método que faz os produtos terem menor vida útil para poderem ser substituídos, como uma forma de estimular os compradores a adquirirem um produto “novo”.

Com isso, é possível observar empresas de forma proposital colocarem uma “data de validade” em seus produtos para que sejam rapidamente descartados e induzir o comprador a adquirir outro. Um exemplo disso, é a empresa Apple, que lançou o iPad 4 alguns meses depois da circulação o iPad 3 no Brasil fazendo assim, com que seus compradores procurassem pela nova versão mesmo apresentando diferenças mínimas. Outro exemplo, é a obsolescência psicológica fazendo com que os clientes adquiram um produto novo mesmo tendo um produto em bom estado.

Logo, com o consumo exagerado e produção em massas das industrias acabam afetando, de forma significativa, o meio ambiente. O Brasil é o país com maior descarte de lixo eletrônico da América Latina, de acordo com a ONU, tendo apenas 3% coletado de maneira correta. O lixo eletrônico com suas propriedades tóxicas e o mal descarte acabam por afetar o solo, fauna, flora, ar e também os seres humanos.

Dito isso, é de suma importância que a população consuma somente quando necessário, escolas devem ensinar os alunos a serem bons consumidores com ajuda de aulas de empreendedorismo proporcionadas pelo Ministério da Educação. O Ministério do Meio Ambiente juntamente com o Governo Federal devem estabelecer limites para emissões de poluentes e regular químicos de empresas, para que o meio ambiente seja mantido e não destruído.