Perigos da obsolescência programada

Enviada em 02/08/2020

O sistema capitalista, nascido do berço feudal, tomou uma grande proporção e obteve maior lucro a partir das Revoluções Industriais. Por meio disso, os grandes empresários diversificam grandemente seus produtos para que sejam necessário o consumo cada vez maior e frequente de seu produto, causando grande impacto tanto abiental quanto populacional.

Além do impacto por parte do meio ambiente, a obsolência programa geragera na população o costume de generalizar o tratamento efêmero dado aos produtos também às relações cotidianas. Esse ponto de vista é explicado pelo sociólogo Zygmunt Bauman, que em seu livro, “Modernidade Líquida”, alerta para a “coisificação” das relações humanas, pois, se antes a busca era pela manutenção das conexões antigas para torná-las prósperas de duradouras, hoje faz-se o contrário, livra-se daquilo que desagrada nos primeiros obstáculos. Trazendo aos indivíduos a serem dependentes de coisas não duráveis e com tempo de vida.

Em suma, medidas são necessárias para reduzir o problema. Para isso, cabe ao Governo Federal em conjuntura com o Ministério do Meio Ambiente, criar uma lei que estabeleça limites para as emissões de produtos poluentes no ar e na água, e, para fiscalizar a efetividade dela,  e produtos com um tempo de vida maior, formar equipes de engenheiros que produzam aparelhos para medir esses índices, químicos industriais para fazer a avaliação correta e ainda  para reduzir os gastos, tornar essa participação parte do estágio dessas áreas.