Perigos da obsolescência programada
Enviada em 02/08/2020
Obsolescência ambiental
Na década de 1920 a montadora General Motors(GM) Alfred P. Sloan, até então presidente da empresa, junto a Harley Jefferson Earl um designer automotivo e executivo de negócios mudaram a industria de automóveis da época fazendo com que as pessoas deixassem de enxergar os carros como simples métodos de locomoção do ponto A ao ponto B, e começassem a ver o carro como objeto de poder social, que possuíam estilo, podendo se deteriorar ou sair de linha. Assim era necessário comprar um carro novo quando o que já possuía estivesse fora de moda. Ao serem criticados porque as atualizações eram principalmente focadas no design, chamaram de obsolescência dinâmica.
Reaparecendo em 1925, por uma empresa de lâmpadas que diminuíam a vida útil de seus equipamentos para que surgisse a necessidade de comprar mais, e incentivada e nomeada pela primeira vez por Bernard London, um investidor imobiliário, para impulsionar a economia que passava pela Grande depressão de 1929; a obsolescência programada foi definida em 1950 pelo designer Brooks Stevens como “obsolescência planejada, o desejo de possuir alguma coisa um pouco mais nova, um pouco melhor, um pouco mais cedo do que necessário…", com a chegada dos Smartphone, empresas como a Apple, usaram de atualizações de software para diminuir o desempenho do celulares mais antigos, alegando que era para melhorar a durabilidade da bateria.
Com a prática de tornar cada vez mais eletrônicos obsoletos, cada vez mais equipamentos são descartados e nem todos da maneira correta, agredindo a natureza por possuírem materiais tóxicos na composição das baterias e pilhas afetando o solos, animais, rios e lados. Alem da necessidade das empresas funcionarem mais e assim poluindo o atmosfera com a emissão de monóxidos de carbono(CO) que contribui para afinar a camada de ôzonio(O3) aumentando a temperatura do planeta e interferindo no efeito estufa, influenciando assim o aquecimento global.
Destarte se faz cabível a sociedade ter ciência dos resultados danosos que podem ser gerados pela necessidade exacerbada de se manter na moda usando o equipamento ou o veiculo de ultima geração, para que assim evitem a repetição de tais práticas, de mesmo modo é de cunho da empresas que não incentivem a obsolescência programada debilitando os materiais por elas produzidos, e caso ocorra, a população deve levar a justiça. E é de interesse do governo que proponha propagandas juntamente a veículos comunicadores para alertar a população e criar leis para que atos predatórios de empresas não se repitam