Perigos da obsolescência programada

Enviada em 02/08/2020

Atualmente, observa-se que alguns produtos ou serviços são descartados mesmo estando em perfeito estado, devido ao surgimento de tecnologias mais ‘‘atualizadas’’. Além disso, muitas empresas de eletrônicos criam sistemas que forçam o consumidor a trocar de aparelho com uma frequência alta. Resumindo, as tecnologias acabam sendo programadas para estragar.

É indescutível que os eletrônicos e eletrôdoméstico são de fundamental importância na vida de muitos, principalmente agora que muitos paises estão em isolamento social e o ‘‘mundo online’’ virou uma realidade. E em razão disso, o preço desses produtos aumentaram muito, já que a circunstância atual requer eletrônicos bons. As propagandas de computadores e celulares capazes de realizar um home office ou aula virtual cresceram, e as pessoas acabam acreditando que seus produtos estão ultrapassados e acabam comprando outros - na maioria das vezes com uma qualidade duvidosa - por preços absurdos.

Levando-se em conta ás últimas notícias, a Apple e a Samsung - marcas de celular - estão sendo multadas em diversos paises por obsolescência programada, fazendo com que seus smartphones se tornem mais lentos com o tempo, obrigando o consumidor a adquirir um novo. Acredita-se que os brasileiros troquem de celular a cada um ano e um mês, afirma diretor de produtos da Samsung. Os motivos são; processador lento, defeitos diversos e produtos mais atualizados. Fazendo assim, um ciclo de consumismo muito alto, fazendo com que o consumidor compre sempre mais, o lixo tecnologico cresça - até mesmo com produtos em perfeitos estado.

Diante dos fatos mencionados, o PROCON - Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor - deve atuar como aliado com Ministério da Justiça, realizando inspeções em empresas que fornecem eletrônicos, fiscalizando os produtos para garantir que o consumidor não está sendo prejudicado. Além disso, deve existir propagandas - realizadas pelo governo - que alertem sobre o consumismo desenfreado e como isso afeta não só a população, mas como também o meio ambiente. O Ministério do Meio Ambiente precisa fiscalizar as empresas que colocam em risco os recusos naturais.