Perigos da obsolescência programada
Enviada em 02/08/2020
A obsolescência programada não é uma ação atual, ela teve início na década de 1920 e foi criada por Alfred P. Sloan. Esse fenômeno consiste em fabricar e vender produtos que não durarão muito, fazendo assim, o consumidor comprar mais. Além de tornar a sociedade cada vez mais consumista , a obsolescência planejada produz muito lixo , principalmente eletrônico, e este acaba sendo destinado aos países menos desenvolvidos.
As fábricas fazem produtos com um tempo de vida limitado, pois para os fabricantes o processo de produção é mais barato e, quando o tempo de vida de um produto acaba, o consumidor terá que comprar mais ou outros produtos que a fábrica produzirá com mais qualidade que a anterior. Essa ação gera pessoas cada vez mais consumistas, principalmente aquelas que não entendem sobre o consumo.
Além disso, os usuários acabam sendo obrigados a descartar produtos que pararam de funcionar e a comprarem mais e mais mercadorias, assim acumulando lixo, principalmente eletrônico. Estes lixos fazem mal a saúde dos seres vivos, são destinados aos países menos desenvolvidos e não são tratados adequadamente. Conforme mostra um relatório da ONU (Organização das Nações Unidas), apenas 20% do lixo eletrônico gerado no mundo é reciclado de maneira apropriada.
Logo, para amenizar os perigos da obsolescência programada, as escolas devem com a ajuda dos profissionais de educação, produzir aulas sobre consumo, sustentabilidade e tudo que engloba esse tema. Para que haja a formação de um indivíduo que entenda do consumo , o que ele causa ao ambiente e as pessoas. Além disso, o governo deve elaborar leis e fiscalizações rigorosas ao descarte de lixos eletrônicos e de outros tipos, para que sejam reciclados adequadamente e de forma que não prejudique o meio ambiente nem os seres que vivem nele.