Perigos da obsolescência programada

Enviada em 03/08/2020

A obsolescência programada, conhecida pela retenção da vida útil de produtos com o finalidade de garantir à indústria uma demanda futura. Desde a progresso do capitalismo como modelo econômico mundial, o modo de produção peculiar desse modelo, passou a se impulsionar principalmente após as crises de superprodução. Pois, segundo princípios econômicos, é preciso atingir o equilíbrio entre demanda e produto. Assim, esse método traz consequências devastadoras para o meio ambiente, cultura, e a situação financeira da população.

Por consequência a obsolescência programada foi utilizada para garantir a valia desse objetivo, pois as consequências desse processo não são suportadas pelo meio ambiente. Como evidências dessa dificuldade temos o desperdício de materiais e a produção desnecessária de lixo. Outrossim, o direito à informação pertinente e clara sobre o produto, estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor, inclui a necessidade de apresentação da sua durabilidade.

Sendo assim, compreende-se a dificuldade da sociedade obter o acesso a essa informação. Desse modo, a sociedade deve ter conhecimento desse direito para que, se houver violação, essa seja denunciada. Desse maneira, medidas podem ser estabelecidas para a redução dos impactos da obsolescência programada.

Logo, através de campanhas televisivas elaboradas pela mídia, pode-se conscientizar a população brasileira sobre os prejuízos ambientais e os desperdícios que a obsolescência e o consumismo provocam no país. Outra medida a ser decretada desta vez pelo poder público, seria tornar obrigatório a presença dos dados sobre a resistência de produtos considerados bens duráveis na parte externa dos pacotes. Por fim, é esperado que com essas parâmetros a população se torne mais ciente dos perigos da obsolescência programada.