Perigos da obsolescência programada
Enviada em 20/10/2020
Os impactos ambientais do lixo eletrônico
Na segunda metade do século XVIII, o processo de Revolução Industrial levou à substituição da manufatura para maquinofatura. Dessa forma, a evolução ocorreu com o objetivo de aumentar a escala de produção dos produtos. Porém, atualmente, além deles serem fabricados em massa, eles são projetados para ter baixa durabilidade, esse fenômeno é conhecido como absolescência programada. Entretanto, as praticas de consumo excessivo forçadas pelo capitalismo tem, por consequência, os impactos ambientais.
Em primeiro plano, é válido citar que, de acordo pesquisa feita pelo Estadão de São Paulo o consumo cresce seis vezes mais em 50 anos. Tal fato acontece porque há um constante contato com propaganda e publicidade, ou seja, a mídia impõe para população que os melhores produtos são os de última geração ou recém lançados. Além disso, os produtos são projetados para, com rapidez, ter problemas. Dessa forma, a população é influenciada a estar sempre comprando.
Por consequência, o consumo inconsciente e em grande escala trazem impactos ambientais. Primeiramente, para produção de produtos eletrônicos exigem a extração dos recursos socioambientais. Além disso, durante a produção as fábricas poluem o ar, com a pior toxina feita pelo homem, chamada de dioxina. Por último, de acordo com pesquisas recentes feitas pelo IRD, Instituto de pesquisas para o Desenvolvimento, por causa do descarte inadequado, há uma massa composta de dejetos que estão à deriva nos três principais oceanos, conhecida como o sétimo continente.
Portanto, é mister que a população se conscientize para haver um consumo consciente. Urge que o Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio de um projeto de lei, force as grande empresas a aumentar a durabilidade dos produtos, com o objetivo de diminuir a quantidade de lixo eletrônico. Ademais, o aumento de utilização do eletrônico evita a necessidade de compra. Destarte, o perigo da obsolescência programada diminuirá.