Perigos da obsolescência programada

Enviada em 15/12/2020

Na obra “vida para consumo” aborda temas hodiernos, como por exemplo: a grande manipulação que as novas tecnologia exercem na sociedade contemporânea e, conseguintemente, influindo as pessoas a se comportar homogeneamente. Visto isso, é possível mencionar que a obsolescência programada está diretamente relacionada com o sistema capitalista, dado que as grandes industrias encetivam o consumismos em demasia.  Diante disso, é profícuo relatar que as massas consumidoras não têm ciência, visto que o hábito de comprar demasiadamente, geram impactos abientais e sociais, porquanto essas práticas propicia o acumulo de lixo. Dessa forma, o imediatismo, juntamente a má influência midiádica tem contribuido para perpetuação de costumes negativos, como o desejo descontrolado por bens-materiais.

Primeiramente, o imediatismo é um dos fatores que corrobora o hábito de consumo, de modo que os indivíduos economicamente ativos estão de certos forma alienados pelo sistema. Por conseguinte, esse desejo exajerado por coisas matériais é fortemente exitado pelos donos dos produtos. Visto que a cada ano que passa observa-se uma mudança considerável nas mercardorias comecializadas, sobretudo, por parte das empresas tecnológicas. Além disso, é profícuo relatar que as industrias fabricam produtos com o período curto de vida, a fim de lucrar e garantir o ciclo vicioso imposto para sociedade moderna.  Portanto, é mister aludir que o imediatismo é fruto de uma sociedade socialmente em crise.

Ademais, as mídias sociais têm uma forte contribuição para manutenção do processo de obsolêscia programada. Dessarte, os veículo de comunicação não relata a sociedade que, o consumo exorbitado gera bastante lixo. Sendo assim, a maior parte desse lixo é jogado no meio ambiente, como sequela colabora no aumento do aquecimento global. Além do mais, a telivisão local  exibe diversos anúncios incentivando o consumismo, dado que as grandes corporações pagam milhões para que seus produtos sejam dissemiando, através das mídias. Destarte, cabe as autoridades legislativa colocar limites não só nas mídias, mas também no industrialismo e, assim impedir que o mundo entre em colapso ecológico. Desse modo, segundo o filósofo Aristóteles,um pequeno erro no começo pode se tornar grande no final.

Em face do exposto, é esclarecedor exprimir que a má influência midiática apoia as práticas imediatistas, de modo que a socidade está rendida as ambições capitalista. À vista disso, a absolênscia programada ameaça a existência humana, visto que especificamente lixo eletrônico não tem destino. Por fim, é essencial que Estado elabore uma lei, mediante o legislativo com intuito de limitar os anúncios comerciais. Dessa maneira, é primordial que Procon realize vistoria nas industrias por intermédio de fiscalização, com intento de garantir os direitos do consumidor.