Permanência de deslizamento de terra nas cidades brasileiras

Enviada em 11/06/2025

Após a primeira revolução industrial, o mundo foi marcado pelo início da alta taxa de emissões de carbono, o que provocou o aumento nas mudanças climáticas, modificando consequentemente os fenômenos do El Nina e El Niño. Esses efeitos podem provocar o aumento quantitativo de chuvas em determinadas regiões. Seguindo essa linha de raciocínio, a falta de investimentos para segurança de regiões vulneráveis na infraestrutura deixa locais mais suscetíveis a deslizamentos de terras, prejudicando gravemente a vida da população brasileira com a frequência desses desastres atualmente.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que é inadmissível a exposição de parte da população sujeita a moradias sem infraestrutura serem prejudicadas pela falta de organização dos investimentos governamentais. Principalmente com o avanço tecnológico do século XXI, que preconiza acidentes climáticos. Diante deste cenário, conforme notícia de O Globo em 2019, o deslizamento da barragem de Brumadinho resultou na morte de 270 pessoas, que poderiam ter sido evitadas pela fiscalização contante de locais instáveis e investimentos corretos para manutenção. Assim sendo, é evidente a recorrência desses casos.

Outrossim, vale ressaltar que processos naturais da natureza são a causa de muitos acidentes como esse, o que indica para negligência governamental novamente, já que essa situação poderia ser prevista e evitada com as medidas corretas. Sob essa ótica, segundo reportagem da CNN de 2024, deslizamento de terra atinge região do Rio Solimões, no Amazonas, e prejudicou moradias, levadas por afluentes, e pessoas desapareceram durante o desastre. Esse acidente foi causado por uma erosão, processo natural geográfico agravado pelo aumento de chuvas. Além disso, toda a situação prejudicou todos os moradores da região que ficaram sem moradia e sem alguns entes queridos.

Diante do exposto, é urgente a implementação de medidas públicas que alterem o precário cenário atual. Posto isto, cabe ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima fiscalizar rigorosamente essas áreas vulneráveis e, quando verificar riscos, acionar o Ministério das Cidades para realizar projetos de infraestruturas preventivos. Dessa forma, garantindo a proteção populacional.