Permanência de deslizamento de terra nas cidades brasileiras

Enviada em 13/06/2025

Assim como abordado no filme “Tempestade: planeta em fúria”, de 2017, que retrata o sofrimento das famílias diante de desastres naturais, evidenciando o impacto negativo desses eventos na vida das vítimas. A obra, também, crítica a falta de responsabilidade governamental sobre esses acidentes naturais, causados pela ação humana desmedida, como a poluição desenfreada. De forma semelhante à ficção, a realidade brasileira enfrenta frequentes deslizamentos de terra, agravados pela falta de investimentos em infraestrutura e segurança em áreas vulneráveis, comprometendo diretamente a vida da população.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que é inadmissível a exposição de parte da população sujeita a moradias sem infraestrutura serem prejudicadas pela falta de organização dos investimentos governamentais. Principalmente com o avanço tecnológico do século XXI, que preconiza acidentes climáticos. Diante deste cenário, conforme notícia de O Globo em 2019, o deslizamento da barragem de Brumadinho resultou na morte de 270 pessoas, que poderiam ter sido evitadas pela fiscalização constante de locais instáveis e investimentos corretos para manutenção. Assim sendo, observa-se a significativa necessidade de medidas públicas na infraestrutura de locais vulneráveis.

Outrossim, vale ressaltar que, além das mortes que podem ser evitadas com as medidas corretas, é importante prevenir a perca de moradias e o caos gerado nas famílias afetadas. Sob essa ótica, segundo reportagem da CNN de 2024, o deslizamento de terra atinge região do Rio Solimões, no Amazonas, e prejudicou moradias, levadas por afluentes, e muitas famílias se encontram desoladas. Portanto, toda a situação prejudicou todos os moradores da região que ficaram sem moradia e sem alguns entes queridos. Por conseguinte, expondo a amplitude do impacto desses acidentes nas comunidades afetadas.

Diante do exposto, é urgente a implementação de medidas públicas que alterem o cenário atual. Posto isto, cabe ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, em conjunto com o Ministério das Cidades, criar um planejamento de infraestrutura para regiões mais sucetíveis à desastres naturais. Desta maneira, será possível proteger a população de acidentes de deslizamentos de terra.